Ausência
É, como quem está vivo sempre aparece, eis-me aqui!
A ausência é boa para darmos uma arrumada na mente, na vida.
Jogar fora os móveis velhos, espanar a poeira, abrir portas e janelas e deixar o sol entrar.
Um grande abraço a todos!
Ausência
É, como quem está vivo sempre aparece, eis-me aqui!
A ausência é boa para darmos uma arrumada na mente, na vida.
Jogar fora os móveis velhos, espanar a poeira, abrir portas e janelas e deixar o sol entrar.
Um grande abraço a todos!
Poema de Retorno
Tentando retornar de minhas férias paternas de blogueiro, vai um poema de infância em duas etapas que sabe lá a razão de eu me lembrar.
1. Leia todas as frases abaixo, preferencialmente em voz alta!
Tempo como Tempo
Tempo é Tempo
Tempo fácil Tempo
Tempo fazer Tempo
Tempo um Tempo
Tempo burro Tempo
Tempo falar Tempo
Tempo tanto Tempo
Tempo Tempo Tempo
2. Agora é só ler somente as palavras do meio, também preferencialmente em voz alta.
Desculpem-me, não aguentei o ataque de idiotice.
Rá
Sem Tempo, Mas Muito Feliz
Minha Filhota Nasceu no dia 2 de outubro, por conta disso não consigo escrever desde o final da gravidez de minha esposa, mas agradeço por todos que continuam a me visitar, mesmo com textos velhos, mesmo assim convido a todos a ler meus textos mais antigos, tem muita coisa que ninguém leu no passado e pergunto, qual é o preferido de vcs, o meu é Infante de Aço! Abraços a Todos
Minta Que Eu Te Escuto
Minta Que Eu Te Escuto
Existem pessoas que mentem compulsivamente, criando estórias fantásticas sobre suas vidas, mas quando questionadas, esbravejam como se tais fatos fossem possíveis. Uma amiga psicóloga me disse que isto é uma disfunção que, dependendo do nível, não faz mal algum.
Pessoalmente, gosto muito de conversar com estas pessoas, seus contos são fantásticos, cheios de criatividade e detalhes que deixam no chão muitos dos escritores famosos de ficção, por vezes chego a estimular a continuidade das estórias apenas para ver até onde a imaginação destes nobres indivíduos pode ir.
Em homenagem a estes contadores de história, vou registrar aqui em uma trilogia, algumas de suas fictícias peripécias, apesar de verdadeiras para seus criadores.
Seu apelido é Gato, foi dono de um dos bares mais místicos que já passaram pela Avenida Dr. Freitas, o Taj Mahal, local donde nossa turma de juventude parava para ouvir suas estórias, sentávamos a sua volta e começavam os contos, alguns contados e re-contados até hoje, como o que se encontra a seguir.
A Mira Perfeita
- Antes de eu ser dono de bar, eu já contei pra vocês que fui motorista de caminhão?
- Não, dessa a gente não sabia – comenta um dos moleques que estavam na roda.
- Pois é, eu fui motorista de caminhão de refrigerante, andava de um lado para o outro cheio de engradados de refrigerante. Teve uma vez que eu estava atrasado para fazer uma entrega, lá pras bandas da BR-316, eu corria a
- E ai Gato, o que aconteceu?
- Rapaz, eu estava saindo de Belém quando eu descuidei e acertei uma lombada com tudo, foi um salto! O Pior foi quando olhei pelo retrovisor esquerdo, vi duas garrafas de Coca-Cola no ar, elas tinham saído voando com o solavanco.
- Elas acertaram alguém?
- Tá maluco! Se quebrassem eu ia ter que pagar do meu bolso, com a situação de grana que eu andava, não pensei duas vezes, freei bruscamente, engatei a ré e coloquei o caminhão na posição certinha, as garrafas caíram certinho no engradado delas, não quebrou nadinha!
- Ah Gato, como é que você sabia de qual engradado as garrafas tinham saído? E a posição do engradado?
- Benhê! – chama Gato por sua esposa – Não foi que eu coloquei de volta as garrafas de refrigerante?
- Foi bem – responde pacientemente a mulher do contador de histórias – você acertou certinhho.
- Ainda não estou entendendo como você conseguiu!
- MOLEQUE! – esbraveja gato – Tu ta dizendo que eu estou mentindo?!
- Não, eu só queria entender como foi.
- Motorista que se garante faz estas coisas no instinto!
- Ah, entendi...
(Na próxima edição: Super Máquina)
E o Pessoal Batendo Cabeça...
E o Pessoal Batendo Cabeça...
Muito se tem falado quanto à solução para o caos aéreo, especialistas têm sido consultados a cada minuto, autoridades trocam acusações quanto as responsabilidades e competências necessária para que sejam solucionadas, empresas aéreas com problemas em manutenção, mas apesar de tudo isso as soluções que é o que precisamos não vem.
Enquanto isso, uma empresa de aviação aérea do Nepal achou uma solução tão simples que parece mentira, para entender clique aqui.
O que não me agrada nesta solução é matar os coitados dos bodes, mas acredito que podemos substituí-los por políticos inúteis, vai ter sobra para os sacrifícios.
Meu único medo é tal de Akash Bhairab se ofender com a oferenda e detonar com o sistema aéreo brasileiro de uma vez, mas não custa nada tentar.

As ôtoridadi brasileira batendo cabeça a tôa, bastava falar com os cara aqui.
Ímpeto Controlado? Não Desta Vez! (Ímpeto Controlado 3)
Ímpeto Controlado? Não Desta Vez! (Ímpeto Controlado 3)
Para terminar minha trilogia implicante quanto à capacidade intelectual de certos atendentes, recebi de presente do meu pai uma preciosidade que comprova minha tese da acefalia congênita que aparenta ser o pré-requisito para a seleção destes profissionais. Pode até ser que eu esteja sendo injusto, mas tenho sido testado dia-a-dia, basta eu precisar de um atendente que começam as sandices, as vezes acho que é de propósito.
Após ser assaltado e ter perdido todos os seus documento, o Sr. Clóvis Vieira deu entrada no boletim de ocorrência e partiu para retirar as segundas-vias necessárias para retomar a normalidade de sua vida.
Após diversas instituições e horas e mais horas de fila, chega a vez da carteira de motorista. No DETRAN, após algum tempo de espera, sua senha é chamada e com uma cara fechada é recebido pelo atendente.
- O que você qué?
- Eu fui assaltado e preciso retirar a segunda via da minha carteira de motorista.
- Certo, me dá seu RG, B.O. e a carteira de motorista, tudo com cópia.
- Aqui está o RG e o B.O.
- Sem a carteira original não posso tirar a segunda via, tem que ter pelo menos a cópia.
- Mas eu fui assaltado, como eu vou ter a carteira original?
- Não posso fazer nada, na verdade sem o original eu não deveria aceitar nem mesmo a cópia.
- Meu amigo, eu fui assaltado, veja o B.O, como é que eu vou tirar cópia de um documento roubado?!
- Não posso fazer nada, se quiser falar com meu chefe, mas ele vai dizer a mesma coisa.
Com o semblante de um cachorro brabo de cara vermelha, o Sr. Clóvis vai a sala do Chefe do departamento e rasga o verbo, fazendo com que o chefe se espantasse com tamanha idiotice, foi levado pelo chefe ao mesmo atendente, que após uma boa carcada do chefe, atendeu meu pai para tirar a segunda via do documento roubado. Após do procedimento perguntou:
- É, até que tu conseguiu, mas por que ficou aborrecido comigo?
- EU SÓ FICO ABORRECIDO COM GENTE BURRA!
Após o vitorioso brado (minha capacidade de controlar meu ímpeto foi herança genética de minha mãe), o Sr. Clóvis saí aplaudido por todos, exceto o Dr. Esperteza, que observava magoado pelo tratamento.

Aos meus amigos que precisam de ajuda, mais uma indicação
Esse é melhor que o Pai Ambrósio!
Ímpeto Controlado 2
Ímpeto Controlado 2
Parece que ando em uma fase de teste de minha paciência, mas tem servido para provar minha tese que acefalia congênita realmente é o pré-requisito necessário aos cargos de atendentes.
Minha esposa encontra-se grávida de 8 meses e estávamos visitando algumas maternidades em escolha de qual achamos ser a melhor para o nascimento de nossa filhinha.
Entramos na recepção que mais parece ser de um hotel e somos recebidos por um grandioso sorriso.
- Bom dia, em que posso lhes ser útil?
- Bom dia , minha esposa está grávida e gostaríamos de conhecer o hospital.
- É menino ou menina?
- Menina! Responde alegremente minha esposa.
Olhamos o hospital e voltamos para conversar alguns detalhes.
- Para quando está previsto o parto?
- Nós optamos por parto normal, ai não temos como saber a data, depende da natureza.
- Entendo – responde a atendente – mas vocês vão ter que conversar com o seu médico para ele marcar uma data para começarem as contrações e rompimento da bolsa, caso contrário não podemos atender vocês.
- Mas isso não existe! Como vou saber que dia as contração?
- Certo senhor, mas o obstetra vai precisar marcar o parto normal.
Meio irritada, minha esposa parte para o sarcasmo (o ímpeto dela não é tão controlado como o meu).
- Quer dizer que se eu chegar aqui parindo não vou ser atendida?!
- Claro que vamos atendê-la, não se preocupe.
- Mas você disse que só pode atender com data marcada!
- Exatamente senhora.
- Não estou entendendo, não posso ser atendida sem data marcada, mas se chegar sem data marcada vou ser atendida.
- Exatamente senhora, normas do hospital.
Calmamente intervenho na discussão, pensando em evitar o pior.
- Tudo bem, já entendemos como proceder, vamos amor.
- Como assim, eu não entendi nada.
- Não se preocupe eu já entendi. Obrigado pela atenção.
- Por nada, estamos aguardamos você, é só marcar a data.
Olho para minha esposa e percebo que nesse momento o melhor mesmo é ir embora, mulher grávida pode ser violenta em certos casos.
Estou começando a achar que não sou tão crítico assim.

Se alguém estiver precisando de alguma ajuda é ligar!
Ímpeto Controlado, Até Quando?
Ímpeto Controlado, Até Quando?
Tenho viajado bastante, apesar de me deixar longe deste blog maravilhoso, tem me dado muita idéia para escrever, mesmo que eu demore.
Não sei se sou muito crítico, mas por vezes tenho a impressão que, na maioria dos hotéis, o requisito principal para seleção de alguns atendentes é acefalia congênita. Em minha ultima hospedaria, percebi que pensar não era o forte dos atendentes, pois por algumas vezes, se não fosse meu auto-controle, eu teria agido de forma tão sarcástica que teria sido muita humilhação.
Todos os dias no café-da-manhã era a mesma coisa, eu chegava pegava algumas frutas e começava a comer, enquanto isso uma das atendentes já me observava, procurando identificar de que quarto eu era.
Após as frutas pegava meu pão e um bom café-com-leite, justamente na hora que dava uma baita mordida em um pão meio duro enchendo minha boca ao máximo de sua capacidade eu ouvia:
- Bom dia Senhor! – exclamava alegremente a atendente - Qual o seu quarto?
- Nhoc, nhoc, nhoc – tentava eu terminar de mastigar.
Ainda me encarando simpaticamente insiste a moça.
- Senhor, me desculpe, mas preciso saber o seu quarto!
Penso em cuspir o pão na minha mão, responder a moça e jogar o bolo mastigado nela, mas minha boa índole impede meu ímpeto.
- GLUUUUUP – engulo dolorosamente – ÉOCENTROETRINTAESEIS!
- Claro senhor, mas logo de manhã já estressado, não faz bem a saúde.
Mesmo com vontade de falar umas bobagens para ela, dou um sorriso e termino meu café, para continuar o meu dia de trabalho.
Ao retornar a noite, tomo meu banho e vou caminhar em volta da lagoa, sempre no mesmo esquema: 30 minutos de caminhada, 10 de corrida e mais 10 passando mal por não ter preparo físico para correr, não sei porque insisto!
Volto ao hotel pensando no lanche que vou pedir e, antes do banho, ligo do quarto e peço o que escolhi. Trinta minutos depois recebo um telefonema:
- Seu Cássio, seu lanche tá aqui, vai querer que eu leve pro sinhô?
Meu ímpeto pede que eu diga para ele jogar na piscina, pois eu já ia botar a sunga para comer entre umas braçadas, mas meu humor estava muito bom.
Depois de convencê-lo de que quando a gente pede do quarto é para entregar no quarto, recebo meu lanche, para terminar meu agitado dia.
Falem a verdade, estou sendo muito crítico?
Ah, lembrei, uma amiga minha pediu para eu procurar uma fábrica de roupas usadas, se alguém souber de alguma me fala, não faço idéia de como achar isso.
Ecologicamente Correto
Ecologicamente Correto
Problema sério na vida é entrar desesperadamente no banheiro, fazer o trabalho sujo e descobrir que não há papel higiênico, nem mesmo nenhum outro tipo de papel por perto.
No primeiro momento surge um rápido desespero somado a uma incredulidade que nos faz procurar em diversos lugares impossíveis pelo ausente rolo de papel, que ajudaria com qualquer pedacinho.
Logo em seguida surge uma preocupação angustiante de como o problema pode ser resolvido, trazendo a tona idéias como utilizar a cueca ou passar o dedo, pode até dar certo, mas estragaria uma vestimenta ou seria bem nojento.
Normalmente quando isto acontece é porque muitas pessoas já utilizaram papel e jogaram fora com muita sobra, não sendo incomum um certo disperdício de papel, infelizmente (ou felizmente)
Outra solução muito boa é o reaproveitamento, que é bastante ecológico, trazendo para você a oportunidade de cooperar com a diminuição dos derrubadas de árvores, diminuir a emissão de monóxido de carbono e consequentemente ajudar na diminuição do aquecimento global.
Cuidadosamente olhe no cesto e procure papéis já usados que tenham muita sobra, pegue cuidadosamente e rasgue uma parte que não esteja suja e utilize, repita a operação quantas vezes forem necessárias. Pronto, você se limpou e ainda foi ecologicamente correto, não poderia ter sido melhor!
E ai, alguma sugestão de como ajudar a natureza?
Defesa Esquisitona
Defesa Esquisitona
Sinceramente, não sei se o problema é do jornalista ou se é da péssima interpretação que todos damos aos textos que lemos fora de contexto, mas a manchete abaixo não poderia ter outra interpretação.
Imaginem, eu entro no site www.g1.com.br distraidamente e leio:
Esquilo Aquece o Rabo Para Enfrentar Cascavel.
O que mais eu posso entender?

Só falta dançar quando tocar I Will Survive
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